O Banco Central tem um mecanismo que devolve o dinheiro perdido em golpe — o MED. A chance cai muito depois das primeiras horas, e a maior parte das vítimas só descobre que ele existe quando a janela já fechou.
Já quero o material completo — R$ 67O Brasil registra quase três tentativas de golpe por segundo. E os ataques contra pessoas acima de 60 anos são os que mais crescem.
Fontes: Serasa Experian (Mapa da Fraude 2026) · Observatório Febraban · dados públicos do INSS. Todos citados no material.
Foi quanto um aposentado de 71 anos, em Porto Alegre, perdeu depois de assistir a um vídeo que parecia uma entrevista real. O vídeo era gerado por inteligência artificial, com o rosto de gente que ele via na televisão.
Quando a família descobriu, a janela já tinha fechado havia muito tempo.
Se isso ainda não aconteceu na sua casa, você está lendo isto na hora certa — porque saber o que fazer depois é a última linha de defesa, não a primeira. A primeira é uma conversa. E ela é bem mais difícil do que parece.
O problema não é a informação — ela está em todo lugar, de graça. É que você não consegue ter essa conversa com seu pai. Você avisa, ele se sente tratado como incapaz, a conversa termina mal, e nada muda.
É por isso que este material não é uma cartilha de golpes. Ele tem as duas metades que ninguém junta: a conversa que evita — escrita palavra por palavra, para você não ter que improvisar — e a janela de 96 horas, para o dia em que evitar já não for uma opção.
Organizado pelos golpes que mais fazem vítima no Brasil, segundo o ranking do Observatório Febraban — não pelos que parecem mais assustadores.
Não vou inventar depoimento de cliente que ainda não existe — seria estranho, num produto sobre não cair em conversa falsa. O teste é grátis e é a mesma ferramenta que está lá dentro. Faça e decida depois.
A perda média de quem cai em um golpe no Brasil é de R$ 2.288.
Serve — e é justamente para esse caso. O material é feito para você ler, não para ele. Inclui o roteiro da conversa e o cartão impresso para deixar com ele.
Parte está, espalhada em dezenas de cartilhas. Você paga pela organização em ordem de risco real, pelo roteiro da conversa e pelo que fazer depois — a parte que ninguém publica.
Não, e desconfie de quem prometer isso. Nenhum material elimina o risco — este ensina a reconhecer os padrões e a agir rápido quando já aconteceu.
Por e-mail, em menos de 2 minutos. Chega um link com acesso permanente, que abre no navegador do celular ou do computador. Nada para instalar, nenhuma conta para criar.
Não. Você não baixa nada de loja nenhuma — são ferramentas que abrem no navegador. Se procura um app que analisa as mensagens do seu pai sozinho, não é isto.
Custa menos que um almoço e leva uma tarde para ler.